Vivo Viajando



Quem realmente curte viajar já começa a se divertir antes mesmo de embarcar. No meu caso, minhas viagens começam no rascunho do itinerário, planejando exatamente o que vou ver e fazer a cada dia e definindo as atrações que são imperdíveis. Também gosto de sair de casa com o máximo de coisas reservadas e pagas, como hotéis, traslados etc. Às vezes se gasta mais com isso, mas, pelo menos, consigo diminuir as chances de algo dar errado e eu deixar de ver algo que queria muito.

Um tempo atrás, enquanto planejava minha viagem à Tailândia, me deparei com um site bem interessante, o Viator. Neste site, você pode reservar mais de 400 passeios diferentes em diversas cidades ao redor do globo, algo que pode ajudar muito, principalmente se você tiver pouco tempo para explorar tais cidades ou se você quiser fazer algo bem específico que seja complicado reservar sozinho.

Posso dizer que testei bem o site, já que, de uma tacada só, reservei sete passeios para quatro pessoas, e a experiência foi super tranquila. Se você sabe o passeio que quer fazer, pode pesquisar pelo nome específico da atração, podendo limitar a busca por país, cidade e até datas. No meu caso, procurei pela lista dos passeios mais populares em Phuket e Bangcoc, pois não tinha ideia do que poderia visitar por lá. Depois de uma breve pesquisa, encontrei os passeios que imaginava e ainda tive ideias para outros passeios que sequer sabia da existência mas pareceram bem interessantes, como um tour pelas ilhas Phi Phi. É importante notar, também, que o site oferece algumas alternativas para o mesmo tour; às vezes, em vez de um dia inteiro, meio dia, outras vezes oferece transporte diferente e por aí vai.

A página de um passeio, com todos os detalhes.

Quando você agenda o passeio, uma data é definida e eles até mesmo perguntam em que hotel você vai se hospedar, já que muitos passeios oferecem o translado do hotel para o local em questão. A página específica do passeio é bem completa, informando todos os detalhes, falando o que será visitado e visto, deixando o cliente bem a par do que está contratando. Você escolhe a data em que quer o respectivo passeio e adiciona ao carrinho de compras. Apenas tenha certeza da data do passeio, pois, apesar de poder modificar depois da compra, não é um processo fácil. É possível, mas não é algo direto, como devidamente explicado na FAQ do site. O pagamento é feito via cartão de crédito internacional, e os preços podem ser conferidos em várias moedas, como dólar e euro, mas não em reais, pelo menos por enquanto.

Os passeios não são dos mais baratos, principalmente se você comparar com os preços locais, mas o Viator toma conta de você. O site envia um email para lembrar você de imprimir os vouchers dos passeios, confirma seu hotel e depois pede feedback de como foram os passeios. Além disso, recebemos confirmações dos passeios e dos horários em que a van nos buscaria no hotel sempre no dia anterior, através de um fax deixado na recepção do hotel em nosso nome. Além disso, os passeios são pagos com cartão de crédito, facilitando a vida e evitando, assim, que se ande com muito dinheiro por aí, além de não ter o risco de dar com o nariz na porta da atração fechada, seja por lotação ou por estar fechada exatamente naquele dia. A diferença de custo, no final das contas, é o preço que se paga por essas amenidades.

Infelizmente tivemos alguns problemas durante a viagem e um dos integrantes acabou adoecendo, não podendo participar de dois passeios previamente comprados. Seguindo os termos e condições do site, entramos em contato em tempo hábil para pedir o reembolso dos valores. O site pediu sete dias úteis para análise do pedido e, após este prazo, o dinheiro já estava constando como reembolso no nosso cartão de crédito. De todos os sete passeios contratados, apenas um não foi totalmente satisfatório: o jantar tailandês com dança típica (leia aqui) tinha um menu sofrível, mas nem podemos acusar a Viator por isso, já que o menu não estava especificado. Também poderia haver mais informações no site sobre algumas atrações, como, por exemplo, os tours fotográficos de Paris, que não especificam o mínimo ou o máximo de pessoas por tour e, neste caso, faz diferença, já que o guia também é como um professor.

Conversando com o diretor da Viator, Scott McNeely, ele nos confirmou a política da empresa de efetivamente testar os passeios e monitorar constantemente os feedbacks dos clientes para manter a boa qualidade, sendo que uma parte da equipe do site está alocada para encontrar novos passeios. Os gerentes de viagens visitam as operadoras locais pelo menos uma vez ao ano para checar se tudo vai bem.

A Viator está traduzindo seu site para diversos idiomas. Já estão disponíveis, além do inglês, os seguintes idiomas: sueco, dinamarquês, espanhol, alemão, francês, norueguês e holandês. Português está nos planos, mas ainda não tem prazo para ser lançado. Se você é do tipo de pessoa que precisa de contato humano, existe uma linha telefônica disponível no site (atendimento em inglês).

Eu com certeza vou colocar a qualidade do site Viator à prova contratando mais passeios, mas algo me diz que não vou me arrepender. Por que você não tenta?

Viator: www.viator.com

Rou Jia Mo – O Hamburger Chinês

Autor: Erick Pessôa

Comida de Rua em XangaiUma das maneiras mais interessantes de se conhecer um pouquinho da cultura local é se aventurar na gastronomia de rua, que geralmente é bem barata. Uma comida bem popular na China, especialmente na província de Xian é um sanduíche bem original.  Este sanduíche é feito normalmente de carne de porco (pode ser também de carne bovina ou de carneiro) que está sendo cozida por horas em um caldo com mais de 20 temperos diferentes. Esta carne então é bem picada e colocada em um pão feito de farinha de trigo diferente do que estamos acostumados; chato mas mais alto que o pão árabe, este é assado em forno de barro, sendo relativamente crocante por fora, não sendo fofo como um pão de hambúrger. Como extras, você pode colocar pimenta e/ou coentro.

É um sanduíche de carne bem saboroso e não apimentado, perfeito para os “carnívoros”. Muitos consideram a resposta chinesa ao hambúrguer americano entretando vale dizer que esse sanduíche foi inventado nos idos de 200 AC, durante a dinastia Qing.

Você pode encontrar essa “especiaria” em praticamente qualquer metrópole chinesa, custando em torno de R$1,50 reais. Aqui em Xangai recomendo o Shou zhua bing.

Endereço: Yanan xi lu, 1764

Rou Jia Mo

Praia do Sancho

Em primeiro lugar, nenhum desses pacotes conjugados Natal e Noronha ou Recife com Noronha oferece a quantidade mínima de dias suficientes para curtir e conhecer Noronha. Portanto, primeira dica: quando for conhecer Noronha, simplesmente vá para Noronha. Primeiro porque, depois de conhecer as praias de Noronha, ditas as mais belas do país, as outras ficam com menos charme e beleza. E segundo motivo, 2 ou 3 noites não bastam. Alguns programas para turistas são obrigatórios, até porque ajudam a mentalizar o mapa de Noronha. São eles: ilha tour (1 dia) e tour de barco (mais ou menos 1/2 dia). Depois deles é que você vai começar a curtir Noronha: o ideal é alugar um buggy e partir para as praias que você mais gostou e viu nos tours. Mas, antes de alugar um buggy, vale a pena fazer algumas caminhadas, que você pode agendar para o segundo dia (o de passeio de barco), fazendo um pela manhã e, à tarde, a caminhada. São várias opções e acho uma especial: chama-se Caieira-Atalaia e dura umas 4 horas. Ela liga as duas praias do nome, e o desfecho na piscina natural da praia da Atalaia no meio dos peixes é revigorante. Lembrar apenas de levar filtro solar e boné, porque a trilha é toda pelo litoral, incluindo passar por pedras, e não existe sombra! Todas as caminhadas compradas nos receptivos de Noronha, como qualquer programa, têm a vantagem de buscar e levar você de volta para a pousada; assim, vale a pena alugar o buggy quando você terminar todos os passeios comprados.

Nem preciso dizer que mergulho em Noronha é um dos melhores ou o melhor no Brasil e que o batismo (primeiro mergulho de uma pessoa) em Noronha é especial. Se você tiver sorte, pode até ver um tubarão! Sim, não estou louca, Noronha é o único lugar onde, ao ouvir que tem tubarão nas àguas, todos pulam no mar. Não existe caso de ataques de tubarão lá. Aliás, em Noronha, quem come o tubarão são as pessoas: ir no Museu do Tubarão e comer um bolinho de tubalhau é imperdível!

Ah! Não se esqueça de pedir lugar no lado esquerdo do avião na ida para Noronha. Normalmente, os pilotos sobrevoam a ilha antes de descer, para dar um gostinho para quem está no avião, e quem está do lado esquerdo tem a melhor visão. As fotos aéreas comprovam isso.

Foto de Eduardo Starling

Se você pensa que o carnaval no Rio só rola no sambódromo, está bem enganado. Mesmo não gozando da fama dos carnavais de rua de outras cidades, como Recife e Salvador, o Rio tem muito a oferecer neste quesito.

Agora com todos os blocos oficialmente chancelados pela prefeitura, o Rio conta com mais de 400 opções à sua disposição e para todos os gostos. Existem blocos tradicionalíssimos, como o Cordão do Bola Preta, tocando todas as marchinhas clássicas de carnaval e híbridos de trio elétrico com samba tocando sambas com um toque de modernidade. Os blocos mais badalados arrastam facilmente em torno de 200 mil pessoas. Por isso mesmo, tenha em mente que devem ser tomados os cuidados normais em aglomerações: não leve sua câmera poderosa nem sua carteira com todo o dinheiro da viagem. Limite-se ao estritamente necessário. O calor também vai incentivá-lo a usar roupas leves. Por favor, mantenha o espírito assim também, já que a probabilidade de um folião mais alterado falar uma gracinha para sua “senhora” é uma possibilidade real e não valerá uma briga. Encare com bom humor e bola para frente.

Alguns blocos interessantes e suas características (2010):

* Empolga às 9: Bloco da Zona Sul que toca sambinhas, marchinhas e músicas pop (tipo Paralamas, Secos & Molhados, Tim Maia etc).

* Exalta Rei: Bloco que só toca músicas do Roberto Carlos em ritmo de marchinha. Ano passado saiu do Forte São João (Urca) e parou em frente ao prédio do Rei. Na hora, ele inclusive desceu até o play do prédio e ficou fazendo festa pro bloco.

* Cordão do Boitatá: Um dos mais tradicionais do carnaval carioca, toca basicamente marchinhas e desfila pelo centro histórico do Rio. Tradicionalmente, é um bloco ao qual quase todo mundo vai fantasiado e onde se veem as fantasias mais criativas.

* Céu na Terra: Bloco de marchinhas e algumas músicas pop que desfila por Santa Teresa no sábado antes do carnaval e no sábado de carnaval. O detalhe: os músicos tocam de dentro do bondinho, e as pessoas o seguem pelas ruas de Santa Teresa.

* Orquestra Voadora: Músicos de alguns blocos se reúnem na terça-feira para tocar as músicas mais variadas em ritmo de marchinha. Ano passado tocaram coisas tipo Tim Maia, Jorge Ben etc. e também coisas diferentes como Billie Jean e a música tema de Spectreman. Muito legal!

* Desliga da Justiça: Bloco formado este ano com integrantes dos blocos Quizomba, Monobloco, Bangalafumenga (entre outros), onde os integrantes tocam fantasiados de super-heróis e afins. Repertório composto de sambas famosos, marchinhas, músicas pop e alguma coisa de samba-reggae (estilo Olodum). Toca 15 dias antes do carnaval (30/jan) no Baixo Gávea.

Foto de Mariana Mattos

* Bangalafumenga: Bloco criado na mesma época do Monobloco, com estilo bem semelhante. Repertório baseado em sambas, músicas nordestinas (Alceu Valença, Geraldo Azevedo etc.) e alguma coisa pop (Chico Buarque, Jorge Ben, Tim Maia, Paralamas etc.). Vai sair no mesmo horário do Boitatá, o que vai dividir muito o público.

* Quizomba: Mesmo esquema do Banga, mas não tão antigo, sai às terças pelo centro e toca sambas, marchinhas e algumas músicas pop.

* Me Esquece: Sai 15 dias antes do carnaval, no início da tarde de domingo (31/jan). Toca só samba, seja o do bloco ou o de escolas de samba. Sai da Pça Atahualpa (no pé do Alto Leblon) e segue pela praia até mais ou menos o Posto 11. Termina com a bateria descendo na areia e terminando de tocar por lá.

Clique aqui para ver a lista completa de blocos.

artigo escrito com a ajuda do amigo Eduardo Starling, que inclusive é ritmista de vários blocos carnavalescos.

Curso de culinária Baipai

Pa-Nang Gai - Galinha ao curry dourado

O que aparentemente seria uma tarde longa e tensa acabou sendo uma experiência muito agradável. Minha namorada é fanática por comida tailandesa, especialmente Tom Yam Goong (uma sopa apimentada de camarão e coco), então decidi dar de presente a ela um curso de culinária tailandesa enquanto estivéssemos em Bangcoc, algo que tinha sido altamente recomendado por vários amigos que visitaram a cidade. Meu papel nisso tudo, além de agendar o curso, seria tirar fotos, já que sou um fracasso na cozinha, mal conseguindo fazer uma omelete que não seja crocante (com pedacinhos da casca do ovo).

Curso de culinária Baipai

Chef Wat explaining a dish

A primeira tarefa a ser cumprida é decidir qual menu você vai fazer. O curso oferece 7 conjuntos diferentes, com 4 pratos cada um, mas o detalhe é que cada conjunto é alocado para um período específico no calendário, o que significa que não é no dia que você quer, mas sim no dia em que o curso estiver disponível. Por sorte, dos 7 dias que passamos em Bangcoc, o tal prato que queríamos aprender era parte do menu da última tarde em que estaríamos na cidade. Cada curso dura 4 horas, por isso oferecem conjuntos separados na parte da manhã e na parte da tarde, com pratos completamente diferentes. Você tem que checar o site deles e ver o que mais lhe agrada e o que se encaixa na sua programação de viagem. O preço do curso inclui absolutamente tudo, desde o translado hotel-curso-hotel até os ingredientes utilizados na aula; assim, os 1800 bahts tailandeses (algo em torno de 95 reais) acabam sendo bem razoáveis, levando-se em consideração que você ainda vai comer o prato que preparar. Este último argumento me deixou com receio de passar fome, já que, como escrevi acima, cozinhar não é minha grande habilidade.

Acredito que não fui o primeiro inexperiente na cozinha que tenha frequentado o Baipai, já que os menus sempre oferecem pratos relativamente fáceis de preparar e as aulas são extremamente bem organizadas. A “aula” é dada em uma casa totalmente preparada para aulas de culinária. Temos um chef tailandês que fala inglês com um sotaque bem carregado e, por isso, há uma assistente que fala inglês com perfeição, para deixar bem claro o que o chef espera de nós. Mesmo sendo a “estrela”da mesa, nosso chefe Wat foi extremamente paciente e simpático, o oposto do Chef Remsey do programa de TV Hell’s Kitchen, por exemplo. Ele definitivamente ajuda os novatos como eu a prepararem algo que podemos definir como… “comível”.

Nossa anfitriã (a assistente) apresenta o chef e explica como o curso funciona. Ela nos entrega um pacote/envelope com as receitas do conjunto e, no verso, espaço para anotarmos o que quisermos (o pacote inclui uma caneta). Somos convidados a deixar nossos pertences no andar de cima e buscamos um avental e uma toalha. Podemos tirar quantas fotos quisermos da nossa performance ao longo do curso.

Sentamos em uma bancada ao redor de um fogão, onde nosso chef vai nos mostar um prato de cada vez. Não se preocupe com a questão de onde sentar, já que há um espelho enorme no teto que permite ver em detalhes o que acontece dentro da panela. O que me impressionou mesmo foi que, enquanto o Chef Wat e sua assistente Mickey explicavam todos os detalhes de cada ingrediente de cada prato, outros membros da equipe já preparavam os ingredientes e distribuíam para nós na bancada, juntamente com os utensílios que iríamos utilizar. Não pense que você não terá trabalho; ainda terá que picar cebola e alho, assim como triturar pimenta e outros ingredientes para sentir como é o preparo do prato. Depois de observar o Chef Wat, é nossa vez de tentar fazer o prato sozinho. Cada um de nós tem acesso a um fogareiro de uma boca e uma pequena mesa para cozinhar o prato. O Chef Wat, sempre presente, passa por cada um dos alunos para checar como eles estão se saindo e dando dicas. Enquanto isso, Mickey tira diversas fotos nossas com a mão na massa. Recebemos nossas fotos 5 dias depois de participar do curso.

Após terminarmos o preparo do prato, levamos o “resultado” à mesa e o saboreamos. Se, por azar, o seu prato tiver ficado impossível de comer, não se preocupe, você sempre pode degustar o “prato-exemplo” feito pelo chef (eu, particularmente, experimentei todos). Esse procedimento de comer logo depois de preparar cada prato é perfeito, pois o curso começou às 13h30 e a van nos buscou às 12h40, ou seja, não tivemos tempo para almoçar. Comer aos pouquinhos nos salvou da fome.

Curso de culinária Baipai

Final dish with the approval of Chef Wat

Terminado um prato, hora de voltar à bancada. A equipe já disponibilizou os ingredientes para o próximo desafio e limpou qualquer bagunça que tenhamos feito durante a confecção do prato anterior. O último prato do curso, depois de pronto, é levado por nós até o segundo andar, onde é degustado juntamente com uma bebida (paga à parte), e, se você quiser, poderá comprar ali mesmo na escola os ingredientes e utensílios utilizados durante o curso. É bom frisar que em nenhum momento nos sentimos coibidos a comprar os produtos. Durante o preparo, eles deixaram bem claro que tudo poderia ser facilmente encontrado em qualquer supermercado. Nós compramos a pasta de chili tailandês simplesmente porque não teríamos tempo de procurar. Com o último prato à mesa, era hora de agradecer ao chef e saborear nosso “trabalho”. Como presente de despedida, todos nós ganhamos um ímã de geladeira com nossa foto cozinhando. Bem legal.

Não há falhas a apontar no curso. Você não aprende apenas a cozinhar seguindo uma receita, já que o Chef Wat explica as razões do uso de cada ingrediente e o que pode ser usado para substituir. Se você estiver procurando algo divertido, diferente e educativo para fazer durante meio período em Bangcoc, esta é uma “atração” altamente recomendada, já que até mesmo um cara como eu, um zero à esquerda na cozinha, conseguiu cozinhar coisas que antes considerava impossíveis.

Site: www.baipai.com

Preço: 1800 Thai Bahts (cerca de R$ 95,00)
Você pode fazer reserva pelo site e pagar com cartão de crédito ao final do curso.

Duração: 4 horas. Manhã: 8h30 às 12h30. Tarde: 13h30 às 17h30

Bangkok - Dança FolclóricaIr a Bangcoc e não assistir a um show de dança típica tailandesa seria um fracasso. Essas apresentações costumam acontecer durante um jantar, obviamente com comida tailandesa. Com isso em mente, saímos à procura e encontramos uma oferta feita pelo site inglês Viator, através da operadora South East Tour. A vantagem é que você paga adiantado com cartão de crédito e a operadora envia uma van para buscar e deixar você no hotel após o jantar. Mesmo que esteja em um hotel central em Bangcoc, esteja preparado psicologicamente para gastar um bom tempo no trânsito: Bangcoc tem engarrafamentos de deixar paulistanos com inveja, ainda mais nos horários de rush. A decoração do restaurante é bonita, e, como pede a tradição tailandesa, devemos tirar os sapatos quando entramos na casa de alguém (neste caso, o restaurante). Por isso, por favor, nada de meia furada ou do dia anterior, já que teremos de andar descalços até a mesa. Supostamente deveríamos nos sentar ao chão, mas – acredito que para oferecer conforto a nós, ocidentais – há um vão embaixo da mesa para esticarmos as pernas, mesmo sentados no chão.

O preço do jantar inclui o show e a refeição, mas sem bebidas, com Bangkok- Dança folclórica exceção do cafezinho ou chá ao final. Uma justificativa para isso é o fato de que são oferecidas duas sopas no jantar e, como é muito comum por aqui, as pessoas não costumam beber nada frio durante as refeições, então a sopa seria a “bebida” do jantar. Como bom brasileiro, tive de pedir algo para beber, então lá se foi dinheiro gasto. Não foi algo absurdo, mas com certeza foi mais caro do que normalmente se pagaria em qualquer outro restaurante. A comida foi outra decepção: extremamente simples, para falar a verdade. Não sou um profundo conhecedor de gastronomia tailandesa, mas sei que é necessário ter cuidado com os temperos; mesmo assim, arroz branco e frango grelhado não era o que eu esperava como algo típico tailandês. Além disso, foram servidos uns rolinhos primavera com um recheio desconhecido, verduras fervidas e duas sopas. Uma era a famosa Tom Yam Goong, uma sopa bem apimentada, com camarões, leite de coco, uma raiz estilo gengibre e outros temperos. A outra sopa era um caldo bem ralinho de frutos do mar, quase sem gosto. Sobremesa? Quatro fatias de abacaxi e quatro de melancia, quase passando do ponto. Bem, vamos esquecer a comida e focar na razão principal de estarmos ali: o show de dança. Este é muito bem produzido, com dois telões de cada lado do palco mostrando um pouco da história da dança que será apresentada e o que elas representam. As fantasias são de boa qualidade e a música é ao vivo. O único porém da apresentação toda foi a demonstração de boxe tailandês; muito falso, pior que telequete. Parecia mais um quadro de comédia do que uma luta. Ao final, você pode comprar uma foto sua que foi tirada na entrada do restaurante por 200 bahts (algo em torno de 11 reais) e que vem em uma bela moldura. Também pode tirar fotos com os artistas em suas fantasias, por uma módica gorjeta, claro. No geral, o show é ótimo, com pequenos baixos, mas a comida deixa muito a desejar no sabor e na apresentação. O serviço é ótimo, todos extremamente simpáticos e atenciosos, sempre querendo ajudar, o que é lugar comum na Tailândia em geral, mas só isso não compensa a qualidade do jantar. Endereço: 66 Soi Phiphat (pressuposto) Telefone:  (02) 237-6310,237-7114-1 Custo: Comprado via Viator, fica em torno de 24 euros Como chegar

Metrô de Cingapura

Autor: Erick Pessôa

Não há dúvida de que nós, turistas, dependemos do transporte público não importa qual a cidade que visitamos, o que pode ser um tremendo desafio ou uma grata surpresa. Já comentamos aqui sobre o excelente sistema de trens de Berlim, mas o de Cingapura é fora de série. Apesar de não compartilhar a simplicidade de tarifas do sistema alemão, a SMRT (gestora do sistema de transportes públicos de Cingapura) ofecere um serviço e uma estrutura incríveis.

A rede do metrô chega praticamente a todos os cantos de Cingapura. Com o espantoso número de 71 estações, você pode ir a qualquer parte da ilha por um preço relativamente baixo; ir do aeroporto até ao extremo oposto da ilha, a estação de Joo Koon, custa S$ 2,00 (mais ou menos R$ 2,5). É importante frisar que essa rede está em constante expansão; mais estações estão planejadas para inaugurar no período de 2010 a 2015. O objetivo é que já em 2010 haja uma estação de trem a cada 400 metros uma da outra. Outro fato interessante é que já existe uma linha totalmente automatizada; não se assuste se estiver viajando na linha Norte-Leste e perceber que não há maquinista.

O governo leva a sério o transporte público por uma simples razão: Cingapura é densamente povoada. Com quatro milhões de habitantes vivendo na ilha, essa cidade-Estado tem uma densidade demográfica de 6.814 habitantes por quilômetro quadrado, a terceira maior do mundo. Imaginem se todos tivessem carro? A hora do rush seria um caos. Com esse problema nas mãos, o governo, a partir da independência da Malásia em 1965, começou a organizar a estrutura de transporte público, removendo habitantes do centro para a periferia e, assim, abrindo caminho para o transporte público. A primeira estação foi inaugurada em 1987 com o seguinte objetivo: “movendo as pessoas rapidamente do e para o trabalho, moveremos nossa economia rapidamente também.”

Como turista, você se sentirá em casa. As estações são totalmente sinalizadas em inglês, malaio e chinês, e monitores de plasma mostram o horário de chegada dos próximos trens. As paradas também são anunciadas em inglês. Saiba que você compra o bilhete por viagem, de acordo com a estação de início e término do percurso. Por isso, é recomendável comprar o cartão do turista (tourist pass); com ele, você paga S$ 18,00 e tem passe livre por um dia. Você pode retornar o cartão após o uso e ser reembolsado em S$ 10,00.

Uma dica importante: é estritamente proibido comer ou beber qualquer coisa dentro das estações ou trens. Eles são bem rígidos com essa regra, informando o tempo todo. Se você for pego tomando um simples gole d’água, nem que seja para tomar um remédio, você será multado em S$ 500,00 (em torno de R$ 640,00). Isso é tão sério que no site da SMRT tem uma FAQ explicando, inclusive, que não é permitido nem amamentar bebês. Na verdade, é interessante dizer que o site da SMRT, além dessa FAQ, não tem outras informações relevantes. Além do mapa da rede, pode-se calcular o custo entre estações e só. Não se pode fazer um planejamento de percursos (mostrando as estações de transferência) nem saber os horários de funcionamento das estações.

Site: http://www.smrt.com.sg

Preço da passagem: Desde S$ 0.80 S$ 2.00

Museu de Xangai

Autor: Erick Pessôa

Museu de Xangai

Com mais de 5.000 anos de história, visitar a China e não ir a um museu significa jogar fora uma boa oportunidade. Se você estiver visitando Xangai, o museu de Xangai tem uma das melhores razões para ser visitado: é de graça.

Localizado em uma área bem central dessa cidade espalhada, o museu de Xangai fica na People’s Square (Praça do Povo), bem perto da estação com o mesmo nome. O prédio foi inaugurado em 1996 e tem a forma de um recipiente de cozinha chamado de ding em chinês. Para falar a verdade, uma das relíquias mais importantes do museu é o Da Ke Ding, um recipiente de cozinha do século 17 ou 11 A.C., que pesa aproximadamente 201,5 quilos e tem 290 caracteres chineses esculpidos na parte interior, por isso as pessoas consideram que a arquitetura única do museu foi inspirada por este objeto. A explicação oficial é a representação da percepção chinesa de mundo, na qual “o céu é redondo e a terra é quadrada”, uma vez que o prédio tem o teto redondo e a base quadrada.

Museu de Xangai

Os leões na entrada do museu.

O museu tem dez galerias permanentes (Bronze da China Antiga, Cerâmicas da China Antiga, Jades da China Antiga, Caligrafia da China Antiga e outras), com um total de 120.000 peças apresentadas ao público. Os destaques variam de acordo com a sua preferência, mas não há dúvida de que a porcelana e a caligrafia chinesas, juntamente com a exposição de peças de jade, são incríveis. Neste museu, você encontra algumas das melhores relíquias culturais do período neolítico chinês até a dinastia Qing. As pinturas paisagísticas chinesas do século 14 são impressionantes.

O museu trabalha com um sistema único de cotas: são permitidos no máximo 5.000 visitantes por dia, por isso é bom chegar cedo. Não há limite no que diz respeito a fotografias, mesmo usando-se flashes, o que não é recomendado usar para não danificar as peças, principalmente as pinturas.

Antes de deixar o museu, não se esqueça de dar uma passadinha na loja do museu. Lá você vai encontrar réplicas das relíquias e jóias por um preço acessível e, ao mesmo tempo, com boa qualidade.

Museu de Xangai Site: http://www.shanghaimuseum.net

Endereço: No. 201 Renmin Avenue, Shanghai, China, 200003

Fone: (021) 63725300-132 ou hot-line (021) 96968686 Como chegar

Parque das Ruínas

Autor: Lu Pimentel

Espaço contíguo ao Museu da Chácara do Céu, o Parque das Ruínas, além de ser um lugar belíssimo, nos presenteia com uma vista sensacional do Rio de Janeiro. De lá, é possivel ver todo o centro do Rio, os Arcos da Lapa e toda a enseada do Flamengo e de Botafogo.

ruinas4

O casarão foi erguido entre 1898 e 1902 e pertenceu a Laurinda Santos Lobo, um nome muito importante na sociedade carioca. Na época áurea, entre os anos de 1920 e 1946, o lugar era cenário de festas e eventos culturais concorridos. Laurinda Santos Lobo reunia intelectuais e artistas no palacete, tornando o lugar um polo cultural até 1946, quando faleceu a grande anfitriã.

Parque das Ruinas

Infelizmente, o casarão acabou abandonado, invadido, saqueado e ocupado por mendigos e traficantes. Em 1993, começou a ser restaurado pela prefeitura, até ser inaugurado em 1997 sob o nome de Parque das Ruínas.

A Prefeitura trouxe de volta toda a cultura que ali existiu. O parque abriga uma sala de exposições, um auditório e uma cafeteria, garantindo o conforto em shows musicais, happy hours e leituras de textos literários.

Nas áreas ao ar livre, destacam-se concorridos shows e uma programação especial para as crianças nos finais de semana. Com três andares, a casa chama atenção, também, por sua arquitetura e estilo – tijolos aparentes combinados harmoniosamente com estruturas metálicas e de vidro.

Detalhe - Clarabóia

360° Visual Tour.

Informações Úteis:

-Entrada Franca

-Endereço: Rua Murtinho Nobre,169 – Santa Teresa

-Telefone: (21) 2252.1039

Impressões de Cingapura

Autor: Erick Pessôa

CingapuraNão tem como adjetivar essa cidade única com nada menos que impressionante. Cingapura consegue ser uma agradável surpresa para quem a visita com baixas expectativas ou com poucas informações sobre a cidade, como foi o meu caso, que queria apenas visitar esta cidade do sudeste asiático que fez seu nome através de um crescimento econômico único. Se você, como eu, estiver esperando só ver arranha-céus de um centro financeiro moderno, ficará maravilhado com a arquitetura colonial britânica perfeitamente preservada do fim do século XIX e os “quays” – casarões germinados às margens do rio Cingapura – que são uma atração obrigatória para os turistas com seus bares, e uma badalada vida noturna.

Cingapura não só está preparada como convida turistas a visitá-la. A cidade inteira assim como todo o transporte público oferecem sinalizações em inglês, mandarim e malaio. Para falar a verdade, inglês é praticamente a língua oficial e falada por quase todos em Cingapura sendo assim, se por um milagre você conseguir se perder, qualquer um poderá te ajudar a encontrar o caminho certo.

Cingapura

Centro de Atendimento ao Turista bem no meio da Orchard Road

A cidade não é muito espalhada e se você é do tipo que gosta de andar por aí, não é uma tarefa impossível ir de um ponto turístico ao outro a pé. Isso vai permitir que você aprecie o quão verde e limpa é a cidade, o que faz o povo de Cingapura se encher de orgulho. Na verdade, o governo chega ao extremo para manter tal limpeza. Você pode ser multado e preso se for pego jogando lixo na rua e a goma de mascar é banida por lei do país. Se você preferir o conforto do transporte público, Singapura tem um dos melhores sistemas de metro do mundo, que ainda está em expansão. O objetivo é ter uma estação a menos de 500 metros uma da outra e tudo isso com um preço bem acessível. Táxi é outra opção de transporte para locomoção e com um preço bem razoável, com pontos determinamos pela cidade para poder apanhar um. Um sistema público de transporte foi a maneira que o governo encontrou para tentar evitar engarrafamentos monstruosos, considerando que a densidade demográfica do país é de 6.814 hab./km2.

Depois de conhecer as atracões tradicionais da cidade como o Hotel Raffles, a ilha Sentosa, Boat e Clarke Quays, chega a hora do passatempo favorito dos cingapurianos; compras. Você pode facilmente ficar de queixo caído com um inocente passeio pela Orchard Road, rua que deixa a Rodeo Drive de Bervely Hills no chinelo. Ser cercado por fachadas de 3 metros de altura com anúncios enormes de Prada, Louis Vuitton, Armani e outras grifes famosas não vai te inibir de gastar os dólares cingapurianos, já que existem shoppings repletos de lojas a quase cada 100 metros um do outro, oferecendo não só costure maios mas também produtos acessíveis à meros mortais. Uma grata surpresa foi ver que os preços não são ruins, de vestuário à electrónicos. Na verdade, você será capaz de encontrar roupas por um preço bem em conta, algumas vezes mais barato até que em Hong Kong, outro paraíso consumiste. Eletrônicos ainda é melhor procurar mais e se tiver chance, comprar em Hong Kong.

A população deste jovem país é composta basicamente de malaios, chineses, indianos e expatriados, todos muitos simpáticos e hospitaleiros. Este mix também oferece uma enorme variedade de locais interessantes para se visitar, como o templo hindu de Sri Perumal, ou ir barganhar tapetes persas no bairro árabe ou comprar seda e visitar um templo budista em Chinatown, tudo à uma curta distância um do outro. Além dessa riqueza cultural, essa mistura oferece uma maravilhosa riqueza gastronómica. Os sabores disponíveis em Cingapura é único mas pode estar preparado para ter sua capacidade de aguentar comida picante testada.

Essa ilhota vai com certeza deixar uma boa impressão em você.

Cingapura

Clarkes Quay

Não há nada melhor do que encontrar uma boa oferta em um hotel onde você sente que o dinheiro que está pagando vale a pena. Uma dessas boas ofertas é o Grand Millennium Sukhumvit, em Bangkok.

Grand Millenium Sukhumvit

Fachada do Hotel

O hotel é relativamente novo, com um ótimo conceito, e mistura, na arquitetura, influências ocidentais e tailandesas. Com 27 andares e 325 quartos espaçosos, é uma excelente opção se você quiser se hospedar em um local agradável, com a melhor estrutura que um hotel 5 estrelas pode lhe oferecer. A fachada semelhante a uma vela de barco, com um pátio no meio, acrescenta um toque moderno especial ao hotel, que oferece piscina, academia, spa e até mesmo instalações de treinamento para golfe/put.

Os quartos têm cerca de 38 metros quadrados e são ricamente decorados, com todas as instalações modernas que se pode esperar. Na verdade, mais do que um nerd como eu esperaria. Dependendo da diária que você paga, é possível ter internet banda larga sem fio no seu quarto, além de haver conexão multimídia com o monitor de LCD do quarto, onde você pode conectar seu computador e fazer apresentações.

Grand Millenium Sukhumvit
Quarto padrão do hotel

O café-da-manhã incluído é um banquete, e varia de comida ocidental tradicional (é possível pedir sete tipos diferentes de pratos com ovos preparados do jeito que você quiser) a comida chinesa de alta qualidade – e tudo fresco. A localização não é das melhores se você estiver procurando um lugar perto dos templos; na verdade, é exatamente no extremo oposto da cidade. Por outro lado, perto do hotel existem ótimos shoppings e uma rua de bares muito movimentados, que pode ser mais interessante para solteiros do que para famílias.

Grand Millenium Sukhumvit
Vista da janela de um apartamento do 23 andar.

Esse não é um fator limitador, já que basta atravessar a rua para chegar à estação de metrô; com uma caminhada de cinco minutos, você chega aoskytrain, que oferece uma excelente vista da cidade (fora dos horários de rush, por favor). O preço da suíte de luxo fica em torno de $100-150 por noite e, dependendo da antecedência com que você reserva, pode ser ainda mais baixo. Considerando a localização e, principalmente, a qualidade dos quartos e o serviço impecável, é um bom negócio.

Informações úteis:

Site:  http://www.millenniumhotels.com/th/grandmillenniumsukhumvitbangkok/

Endereço: 30 Sukhumvit 21 (Asoke) Road Klongtoey Nua, Wattana, Bangkok 10110, Thailand

Telefone : 662 204 4000 F: 662 204 4199

Como Chegar

A Gruta de Santo Antônio é um restaurante português localizado no Bairro Ponta D´Areia em Niterói, numa região conhecida como Portugal Pequeno. A região é formada por um conjunto de casas que ainda resistem à beira do cais, espremidas entre o mar e o Morro da Penha e que cresceu em função dos estaleiros que movimentaram Niterói desde a primeira metade do século passado, empregando centenas de imigrantes, principalmente portugueses, em torno das atividades ligadas à construção naval e à pesca, como é até hoje.

Não se pode falar do restaurante Gruta de Santo Antonio sem falar de sua proprietária, Dona Henriqueta ! Dona Henriqueta Henriques é uma portuguesa da Estremadura, filha de um “engenheiro sem diploma” que fazia brinquedos, relógios, azeite – e um vinho “abafado” (que não passa pelo processo de fermentação) e é quem comanda com muita dedicação, atenção e carinho.

Gruta de Santônio

Gruta de Antônio

A decoração é simples, porém muito aconchegante. Basta atravessar a entrada e se deparar com a cozinha aberta (de onde saem pratos muito saborosos como os de bacalhau e de frutos do mar) e a atmosfera caseira. Tudo é elaborado pessoalmente por Dona Henriqueta.

A tradição portuguesa está presente na decoração com lenços portugueses sobre as mesas, no azeite original de Portugal e nos pratos portugueses ornamentando as paredes e no som ambiente, tocando belos fados.

De cara Dona Henrique nos recebe com um delicioso pão chamado Saloio, que em Lisboa quer dizer “da roça”,  feito diariamente e trazido a mesa quentinho, este pão é certamente uma atração à parte.

No cardápio o destaque é o bacalhau, preparado de várias maneiras, os pratos são fartos e chegam a servir até 3 pessoas. Se for lá não deixe de experimentar o Bacalhau Assado na Brasa e o Bacalhau com natas.

A casa ainda conta com os mais tradicionais doces portugueses, verdadeiro paraíso. Além de uma extensa carta de vinhos voltada principalmente para grandes vinhos portugueses.

Adega

Adega

Informações Úteis:

Funcionamento : Domingo a Quarta de 11:30 às 17:00

-Quinta a Sábado de 11:30 às 23:30

-Feriados de 11:30 às 17:00

Especializadade: Bacalhaus.

Formas de Pagamento:

- Crédito: Visa / Diners / American Express / Mastercard

Débito:  Visa Electron / Redeshop

Endereço: Rua Silva Jardim, 148 – Ponta da Areia – Niterói/RJ

Telefones: (21) 2621-5701 / 2613-0762

Email: comercial@grutasantoantonio.com.br

/ gruta@globo.com

Site: http://www.grutadesantoantonio.com.br/

Como chegar

P6100248Uma penichette.  Assim que ouvi falar neste tipo de embarcação fiquei pensando como seria ter a visão do interior da França por um ângulo completamente diferente, de dentro de um barco, em um rio.

Viajar de penichette é uma aventura organizada, escolhe-se o passeio de acordo com o seu interesse. Existem passeios para os amantes do vinho, para os que se interessam por história ou para aqueles que querem desfrutar da culinária local  Escolhe-se o tempo do passeio e nunca deve-se esquecer de verificar o número de eclusas que o trajeto possui.  Sim, eclusas, não há rio sem elas e são o ponto alto da navegação.

Escolhemos um rio calmo em uma região conhecida como o celeiro da França : o rio Baise na região da Aquitânia. Optamos por um trajeto somente de ida ( existe o de ida e volta) , o que significa ter de pagar mais 120 euros,  escolhemos o plano com tudo Incluso, que apesar de mais caro no final do passeio não é necessário se preocupar com o diesel,  com a limpeza do barco (é necessário entregá-lo limpo por dentro e por fora) , uma bicicleta e um estacionamento para o carro ( como não tínhamos carro, nos deram uma outra bicicleta ) e o Manual do Capitão, uma espécie de “certo e errado”da navegação. Pedimos também para incluir a carta fluvial , o que acaba sendo muito importante pois  tem as cidades, eclusas e todo tipo de informação  necessária.

No dia anterior fomos ao supermercado fazer as compras para abastecer o barco. Isto é de extrema importância, pois nem todas as cidades tem supermercado, e não são poucos que ficam a deriva em frente a uma  mercearia local esperando que o simpático dono resolva abri-la ! Lembre-se que o comércio fecha entre 12 horas e 14:30 horas, e fecham ao meio dia no sábado , não abrem no Domingo e na segunda  em muitas cidades o comércio fecha.

Finalmente, uma vez embarcada toda a tralha, o simpático Monsieur Bertrand, responsável pelo escritório da firma na cidade de Valence-sur-Baise deu início a sua explicação sobre o funcionamento do barco. Em um francês misturado com inglês onde a palavra mais utilizada era doucement (gentilmente).  A explicação durou uns 20 minutos, fomos informados não só do funcionamento do barco mas também dos procedimentos e regras do rio. Com todo entusiasmo colocou uma bicicleta no barco e nos informou que navegaria conosco ate a primeira eclusa, uns 10 min. do embarcadouro, afim de nos ensinar como funcionava uma eclusa, voltaria de bicicleta e nós sozinhos no barco.

Que emoção a primeira eclusa!  Bertrand nos mostrou todo o procedimento de abrir as comportas, entrar e sair da eclusa. Feito isto, pegou sua bike e voltou para o cais, e nós com medo e emoção, tivemos de manobrar o barco de volta, passando sozinhos pela eclusa.P6090194

Primeiramente um dos tripulantes é largado em um pequeno cais, que existe em TODAS as eclusas, caminha até uma maquineta de abertura da eclusa e insere o cartão fornecido pela companhia dona do barco. Este cartão deverá ser devolvido na entrega do barco, e é com ele que você irá abrir todas as eclusas manuais. Ao inserir o cartão e apertar o botão a eclusa se abre e o barco pode entrar, uma vez lá dentro, aperta-se o botão de novo e a eclusa fecha e começa a encher ou esvaziar, conforme o necessário. Depois de entrar na eclusa, alguém a bordo joga as cordas para o que está do lado de fora, este a amarra em um pitoco e assim o barco fica seguro sem bater na laterais. Parece meio complicado, mas não é nem um pouco. Qualquer um com um pouco de disposição faz o procedimento.

Passamos cinco dias, o trajeto deveria ser feito em sete, mas realmente achamos que cinco estava de bom tamanho, pelo menos para este rio. A velocidade não pode ultrapassar os cinco nós, o prazer está em aproveitar o tempo passar com calma, olhar o visual,  e finalmente chegar em uma das muitas pequenas cidades / vilarejos que permeiam as margens. Acordávamos cedo e por volta das nove partíamos, navegávamos por umas três horas, e nos trajetos mais longos não passávamos de quatro horas. Por vezes parávamos em uma cidade, saltávamos, almoçávamos e partíamos para a próxima. Em outras, não saímos mais depois do almoço. Neste caso, normalmente a cidade tinha mais o que se visitar, ou passear pelos arredores.

Como tudo fecha as para o almoço, com exceção dos restaurantes, a opção  era almoçar em um restaurante local e depois passear. Um almoço sempre regado a vinho nacional, fois-gras especialidade da região, e um Armagnac , digestivo regional.

O jantar a bordo, sempre com produtos comprados nos mercados dos vilarejos, dava uma impressão que éramos moradores da região. Literalmente brincávamos de casinha.

O investimento para esse passeio é considerável; pagamos por um barco de 2 quartos aproximadamente 400 euros por dia, além de 120 euros para não retornar o barco na cidade em que pegamos (one-way). Ainda existe um custo de aproximadamente  80 euros para ter “tudo incluído”  ( gasolina, limpeza, 1 bicicleta, 1 vaga de estacionamento  ou mais 1 bicicleta).

Este é um passeio único e especial para os que gostam de apreciar a boa mesa  e o ritmo calmo da vida provinciana de um interior rico em história e paisagens belíssimas.

Site: www.locaboat.com

Custo: Varia muito pois depende do barco que escolha assim como a época do ano e o roteiro que deseja seguir.

como chegar

Metrô chegando na estaçãoUma das coisas que funciona como um relógio aqui – bem melhor que em Londres, diga-se de passagem – é o sistema de transporte público. Por todo esse tempo que moro aqui em Berlim, pouquíssimas vezes eu realmente senti falta de um carro pois o transporte público chega a praticamente todos os lugares que eu queira ir. Tudo aqui é interconectado. Você compra um bilhete na estação de trem e este serve para metrô, ônibus e bonde. Aqui também tem algo muito pitoresco que nunca vi em nenhuma outra cidade; não existe catraca em lugar algum. Você entra no trem sem passar por nenhuma roleta ou fiscal, algo incrível que só funciona com um povo civilizado. Mas não ache você que só por isso todo mundo é certinho não. O que fazem aqui é interessante. Você não passa por roletas mas volta e meia tem fiscais dentro dos trens à paisana e se te pegarem sem o ticket, você morre em 40 euros e aqui não tem “mas eu não sabia!” , “eu sou turista” ou qualquer outra desculpa; tem que pagar na hora. Por isso vou passar para vocês umas dicas que aprendi aqui e que juro fazem TODA a diferença. Você aqui em Berlim não paga por entrada e saída de estação. Você paga por viagem. Existem vários tipos de tickets para serem comprados. Estes são: – A cidade é dividida em 3 zonas; A, B e C. Raramente você precisará de um bilhete que abranja as 3 regiões. A única coisa para turista que fica na região C é o aeroporto Schõnefeld e caso você queira visitar a cidade de Potsdam. O resto todo fica nas regiões A e B. – Um bilhete para a Zona AB pode ser Einzelfahrschein (Bilhete Simples) e Tageskarte (Bilhete para o dia todo) . A diferença é simples: O bilhete simples é para uma viagem apenas em uma direção com duração de 120 minutos. Atenção para o detalhe da direção e duração; se você, por exemplo está indo do Oeste para o Leste, você pode pegar quantos trens/ônibus/bondes quiser, desde que seja sempre nesta direção e que no máximo para isso leve 120 minutos. Você pode parar no meio do caminho, fazer uma boquinha, ir no super e voltar para a sua viagem sem problemas, desde que mantenha a direção original. Se você voltar uma estação sequer e for pego, multa de 40 euros. O preço deste ticket são 2.10 euros. O Tageskarte é o que recomendo de você vai fazer mais que duas “ida-e-voltas” no dia. Ele vale do momento que você valida (vou explicar em breve isso) até às 3 da manhã do dia seguinte. Atenção à isso também. Tive uma amiga que comprou um bilhete às 14:00 e teve que pagar uma multa pois estava usando o bilhete no dia seguinte as 11:00 AM. O bilhete não é de 24 horas! O valor dele é de €6.10 – Ainda existem mais dois tipos de bilhetes relevantes mas menos utilizados: Fahrschein für Kurzstrecken e Anschlussfahrschein. O primeiro vale para viagens curtas, no máximo 3 estações de trem ou de metrô ou então não mais que 6 paradas de ônibus e custa €1.30. Anschlussfahrschein é uma extensão do bilhete para uma terceira zona, por exemplo no dia que você quiser ir à Potsdam mas já tem um bilhete comprado, em vez de comprar um novo bilhete, você compra essa extensão de €1.40. - Logicamente se você for ficar uma semana ou mais, existem tickets de 1 semana, 1 mês e até 1 ano e todos com desconto, não como no metrô do Rio que o bilhete de 10 viagens é igual ao bilhete unitário vezes 10. Eu compro, por exemplo, o mensal (€72) pois uso os trens, pelo menos 2 vezes por dia para ir e voltar do meu curso. - Existem descontos para estudantes universitários. Até dezembro do ano passado, havia descontos para alguns cursos de idiomas mas não mais. - Se você decidir alugar uma bike e quiser levá-la no trem, sem problemas, mas ela paga. Ué? Surpreso? Ela ocupa espaço, oras! Por isso tem que pagar um bilhete para ela também e não é barato não! Uma viagem com o “camelo” fica €1.50 mais caro. - Você compra os seus bilhetes nas máquinas que normalmente ficam na plataforma. Quando for do metrô (BVG), são máquinas amerelinhas. Nas plataformas de trem (S-Bahn) são máquinas vermelhas e prateadas. Todas elas oferecem o menu em inglês e espanhol. É só clicar nas bandeirinhas no rodapé da tela. Elas aceitam moedas e notas mas não cartão de crédito. Nas principais estações você também pode comprar em guichês seus bilhetes. - No ônibus você tem que apresentar o seu ticket ao motorista. Se você não o têm, você compra com ele. No bonde existem máquinas dentro para se comprar o bilhete e não se precisa validar se comprar no bonde.

Máquina para validar o seu ticket

Máquina para validar o seu ticket

- Agora o mais importante de tudo. Comprar apenas o seu bilhete não basta. Você tem que VALIDAR. Vou repetir, VALIDAR.Várias e várias vezes eu vi turistas terem que pagar a maldita multa por não terem validado os bilhetes. Até compram, mas não carimbam o dito e aí já era. Em todas as plataformas tem umas máquinas onde se insere o bilhete para esse ser carimbado com a hora e estação que você embarcou. Tem até uma certa lógica já que tem bilhetes que limitam horário e direção. Como essa é uma modalidade que não existe em outros países, levei um tempo para me acostumar. Ufa! Acho que cobri tudo que sei sobre este tema. Não deixem de planejar seus percursos no site da BVG. Lá você nem precisa saber qual estação tem que ir. Basta apenas dizer o endereço de onde você está e para onde você quer ir. O site indicará o melhor meio de transporte para o horário que você quer sair ou chegar. Se você for modernex, tem um app legal para o iPhone chamada Berlin Trip Planner que faz o mesmo que o site da BVG faz (inclusive é autorizada pela mesma para fazer isso). Link para a iTunes Store. - Translated by Cláudia Belhassof

Paris_FilmEsse é o tipo de atração para se encher roteiro pois não é badalada, é rápida e fica bem localizada. Ao lado da Ópera de Paris, uma pequena porta e uma escadaria te leva para um porão que foi adaptado para entreter turistas de quase todas as línguas. Para se ter uma idéia, são 13 idiomas disponíveis para se assistir o filme de 50 minutos contando a origem de Paris.

O filme em si é muito fraquinho, bem piegas com uma narração em off do que seria o famoso escritor Victor Hugo. Você assiste o filme com um headphone e o idioma é disponível via um menu na cadeira. Vale dizer que o português é de Portugal, o que as vezes pode ser um pouco complexo de entender.

Além de ser uma ode de amor à Paris, o filme conta um pouco da história da cidade, mostrando atrações da cidade. Se você alienar a quantidade imensa de adjetivos que é atribuído a cidade e se concentrar no visual, acaba sendo bem agradável.

Além do filme, a “atração” oferece uma maquete interativa do centro da cidade. Interativa porque você aperta um botão e acende a luz do local da atração. Nada de espetacular.

O dono é muito simpático e está sempre por lá para receber os turistas. Oferece uma explicação de tudo e mais um pouco. Isso faz a atração ficar um pouco mais interessante mas ainda acho €10 para o filme um pouco salgado. Agora, se for uma família com quatro pessoas, a coisa muda de figura pois o preço para família é com 4 membros é de €26.

Informações Úteis:

Endereço: 11b Rue Scribe, 7500

Horário de Funcionamento: Abre todos os dias do ano. A partir das 10 da manhã. As sessões ocorrem a cada hora até às 6:00PM.

Preços: €10 individual. Para família com dois adultos e duas crianças – €26; crianças de 6 a 18 anos – €6.

site: www.paris-story.com/

Como chegar

Fortaleza de Santa Cruz

Autor: Lu Pimentel

A Fortaleza de Santa Cruz da Barra localiza-se no lado oriental da barra da baía de Guanabara, no bairro de Jurujuba, município de Niterói/ Rio de Janeiro.

Junto com a Fortaleza de São João e com o Forte Tamandaré da Laje, constituiu a principal estrutura defensiva da barra da baía de Guanabara e da cidade e porto do Rio de Janeiro durante o período da Colônia e do Império. Encontra-se guarnecida até os dias de hoje, atraindo uma média de dois mil visitantes por mês, em visitas guiadas e atualmente, é a sede da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército.

Fortaleza de Santa Cruz

A fortaleza começou a ser construída em 1555 e, por mais irônico que pareça, justamente por ordem de um francês. Nicolau Durand de Villegaignon que havia chegado ao país naquele ano com a intenção de fundar uma colônia, a França Antártica. Os portugueses acabaram expulsando os franceses do local em 1567 e herdaram, além da construção de Santa Cruz da Barra, a fortaleza de Villegaignon, na mesma baía de Guanabara.

Em 1612, sob o reinado de Filipe III de Espanha, contando com vinte peças de artilharia de diversos calibres, passou a ser denominada como Fortaleza de Santa Cruz da Barra, tendo o seu regimento sido aprovado em 24 de Janeiro de 1613 pelo governador da Capitania, Afonso de Albuquerque.

Características:

Com uma área construída de 7.153 m², o conjunto apresenta planta poligonal irregular, onde poder ser identificados três períodos de arquitetura militar:

O primeiro, remontando ao século XVII, com trechos das primitivas muralhas, a chamada Cova da Onça, as cumuas (sanitários) e a Capela de Santa Bárbara;

DSC00418

O segundo, caracterizado pela reconstrução no século XVIII, salientando-se trechos das muralhas, as guaritas, as celas dos calabouços, e a cisterna, inaugurada em 1738 no governo de Gomes Freire de Andrade (1733-1763);

O terceiro, da segunda metade do século XIX, representado pelo chamado Salão de Pedras (paiol de munição, 1875), pelos pátios e galerias (Galeria 2 de Dezembro, Galeria 25 de Março) e pelas baterias (Bateria de Santa Teresa, ou Bateria do Imperador), em cantaria de granito, guarnecidas por canhões.

DSC00420

Para o visitante recomenda-se apreciar o relógio de sol (em pedra de lioz, com algarismos romanos, datado de 1820), a Capela de Santa Bárbara, as masmorras, a chamada Cova da Onça (alegado local de torturas), o local de enforcamentos (no Pátio da Cisterna), o paredão de fuzilamentos (na Galeria 25 de Março), o Salão de Pedra (antigo paiol), as baterias de artilharia, a cisterna, o farol, o mastro da bandeira e a vista privilegiada da barra e da cidade do Rio de Janeiro.

Utilizada como presídio em diversas ocasiões da História do Brasil, no século XIX nela estiveram detidas figuras ilustres como o Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrade e Silva (1823), os líderes farroupilhas Onofre Pires e José de Almeida Corte Real (1836, que de lá se evadiram em 1837), Bento Gonçalves (1837) e Giuseppe Garibaldi , o líder da Revolução Praieira, Pedro Ivo Veloso da Silveira , o primeiro presidente uruguaio Fructuoso Rivera (1851), Euclides da Cunha (c. 1888?), o Capitão Juarez Távora, Alcides Teixeira e Estilac Leal (que dela escaparam com o auxílio de uma corda, a 28 de Fevereiro de 1930), o integralista Plínio Salgado (c. 1943), o comunista Luís Carlos Prestes e o general Lott (c. 1955?), além de Juscelino Kubitschek e Darcy Ribeiro. Durante a Revolução de 1964, aí foram detidos Miguel Arraes e João Pinheiro Neto. A partir de 6 de Setembro de 1968 passou a sediar o Presídio do Exército, desativado em 1976.

A Capela de Santa Bárbara

DSC00414

Uma das mais antigas do Rio de Janeiro, remonta ao alvorecer do século XVII, sob o governo do Capitão Geral da Capitania Real do Rio de Janeiro, Martim Correia de Sá (1602-1608), tendo sido concluída em  1612. Assenta-se sobre a rocha viva, em posição dominante sobre a ponta de Santa Cruz, onde se erguia a bateria de Nossa Senhora da Guia, atualmente à esquerda de quem entra na fortaleza.

A capela foi reconstruída em 1912, por determinação do então comandante, coronel Inocêncio Ferreira de Oliveira, responsável ainda pela introdução da iluminação elétrica nas dependências da fortaleza.

Restaurada, conta com uma imagem original da santa, entalhada em madeira, em tamanho natural. Uma das lendas que cerca esta imagem, recorda as tentativas de transferi-la para outro local, no passado, sempre malogradas por inexplicáveis reviravoltas nas condições do mar, devido a mau tempo, primitivamente o único acesso aquele local isolado.

Atualmente a Fortaleza  abriga o restaurante Zéfiro, que além da boa gastronomia possui uma vista incrível para Pão de Açúcar e a para a Baía de Guanabara.

Vista para a Baia de Guanabara

Informações Úteis:

Visitação: de 3ª a domingos (inclusive feriados)

Entrada:

Integral (R$4,00):

- Adultos (a partir de 13 anos)

Meia

- Crianças (06 a 12 anos).

- Estudantes da rede pública e particular de ensino, mediante a apresentação de carteira escolar ou boleto bancário;

- Militares de outras Forças Armadas (Marinha, Aeronáutica) Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Forças Auxiliares (Bombeiros, Polícia Civil e Militar), e seus respectivos dependentes;

- Adultos maiores de 60 anos.

Isentos:
- Crianças até 06 anos incompletos;

- Militares do Exército Brasileiro e seus respectivos dependentes;

- Estudantes da rede pública de ensino, com prévio agendamento.

Endereço: Estrada General Eurico Gaspar Dutra, S/Nr – Fortaleza de Santa Cruz – CEP: 24370-375  – Jurujuba – Niterói / RJ

Tel: (21) 2710-2354 Ramal 2025

Email: e5_ad1@yahoo.com.br

Como chegar.

Restaurante – Koni Store

Autor: Erick Pessôa
Koni Store da Maria Quitéria

Koni Store da Maria Quitéria

O Rio de Janeiro sempre foi famoso por seus inúmeros sushi bares. Agora imagine unir sushi com um estilo meio fast food, em um ambiente moderno e agradável? É essa impressão que se tem quando se visita uma das diversas 28 filiais da Koni Store espalhadas não só pelo Rio, como pelo Brasil.

O cardápio é uma variação do mesmo tom. Servindo apenas temakis (daí o nome “koni”) mas com diversos “recheios” que agradam até aqueles que não curtem a tradicional culinária japonesa de peixe cru. Oferecendo shiitake (cogumelos) e camarão empanado, ou até mesmo rolinho primavera, é garantia para agradar gregos e troianos. Sem dúvida, quem mais irá curtir este restaurante são os amantes de sushi. Poke e o Hot Filadélfia estão dentre os cones que não se pode deixar de experimentar. Se sobrar espaço no estômago, peça asobremesa. A alga dá lugar ao cone de biscoito, como as casquinhas de sorvete. Uma pena que não oferecem mais o de brownie, o meu preferido de sobremesa.

O preço é intemediário. Não é barato, mas também não é fora da realidade. Levando-se em conta que irá consumir algo em torno de 2 cones e uma bebida, a conta ficará menos de vinte reais. Assim acaba-se saciando a fome de uma forma relativamente saudável já que 230 calorias, mas um índice de mais de 25% da recomendação de consumo diário de sódio… não é tão saudável assim. :)

De qualquer forma, acaba-se saciando a fome de uma forma leve e rápida, em um ambiente muito agradável.

O delicioso Hot Filadelfia (foto do Koni Store)

O delicioso Hot Filadelfia (foto do Koni Store)

Informações Úteis:

Endereço: Existem vários Konis espalhados pela cidade. Os mais badalados são os que ficam na Maria Quitéria 77 e a do Leblon, que fica na Ataulfo de Paiva, 1174.

Horário de Funcionamento: Também varia com a filial. As citadas acima funcionam de 2a a 5a das 11AM as 3AM e de 6a a Domingo das 11AM as 6AM.

site: www.konistore.com.br

Como chegar (restaurante da Maria Quitéria, em Ipanema)

Restaurante Chica Pitanga

Autor: Laura Melo

Chica PitangaIndico o Restaurante Chica Pitanga que funciona desde 1995, pois é uma excelente escolha para almoço/jantar, bem localizado em Boa Viagem, próximo a pracinha que leva o nome do bairro. Para quem vai de carro, aviso que não tem manobrista e nem estacionamento, mas sempre tem os “flanelinhas” que ajudam você a arrumar uma vaguinha perto. Para quem está apenas visitando a cidade e se hospedou em Boa Viagem, é possível ir andando de vários hotéis pelo calçadão, curtindo o mar e a vista da bela praia. A decoração do restaurante por si só já é interessante, o ambiente é grande e todo ornamentado com a temática baseada na fruta pitanga, relevos e adornos que vão do teto ao uniforme das recepcionistas. O som ambiente é agradável com música popular brasileira em volume adequado. Apesar do grande número de pessoas que o procuram, normalmente se espera uns 20 minutos no máximo, sentados em cadeiras confortáveis do “lado de fora” por uma mesa, mas é uma espera que vale a pena.Chica Pitanga - Buffet O almoço é à quilo e a variedade de comida impressiona: desde uma seção de frios com várias opções de salada e molhos, geléias indo até a sessão comidas “quentes” como Feijoada, Bacalhau à Conceição, Cordeiro com Ervas no Vinha d’Alho, Caçoila de Frango, Quiche de Camarão e variedades de risotos como o de alho poró, tomate seco, frango, polvo, camarão com água de côco natural. Uma delícia de ver e comer. E no final você ainda pode se deliciar com a seção de sobremesas que vão desde tortas finas como a de chocolate com morango ou torta rendada, até opções regionais como bolo de mandioca, bolo de rolo, pudim de tapioca, pé-de-moleque e o famoso SouzaLeão.
Informações Úteis:

Preço: O preço correspondente a 100 gramas é R$ 3,59 de  segunda à sexta e R$ 3,99 aos sábados, domingos e feriados.

Especialidade: Comida Brasileira – À quilo

Sitewww.chicapitanga.com.br

Lugares:122 lugares

Horário: 11h30/15h30 e 18h/22h (sáb. e dom. sem intervalo)

Formas de pagamento: VISA (crédito e débito), dinheiro, cupom refeição, cheque da praça com + de 1 ano de conta)

Endereço: Rua Petrolina, 19 – Bairro de Boa Viagem

Telefone: (81) 3464-2224

como chegar

Torre da TV, ao lado da estação de trem de Alexanderplatz

Torre da TV, ao lado da estação de trem de Alexanderplatz

Torre da TV Imponente símbolo da cidade de Berlim, a Torre da TV está localizada em um dos pontos mais movimentados da cidade, Alexanderplatz. Finalizada em 1969 como um símbolo de poder do regime comunista que tinha Berlim como sua capital, a torre até hoje é o ponto mais alto da cidade e do alto de sua “bola” de observação, podemos ter uma visão privilegiada da capital alemã. Até hoje, quando se entra em seu hall principal podemos sentir um pouco daquele ar socialista através de sua decoração que não se modernizou muito desde os tempos onde um jantar em seu restaurante panorâmico era um evento social de alto nível da sociedade berlinense.

Por 10 euros, você poderá subir até o deck de obervação à 204 metros de altura e em um dia de céu limpo poderá ver até 42 km de distância, enxergando até o aeroporto Tegel, por exemplo. Assim sendo e até pelo custo, se você gosta de ver uma cidade pelo alto, aqui é sem dúvida onde tem que ir em Berlim, deixando de lado torres de igrejas e afins. O deck conta com placas explicando exatamente o que se é possivel ver através de cada janela específica, facilitando assim o reconhecimento de várias construções relevantes.

Acima do deck de observação existe o restaurante chamado Telecafé que passou por um “revamp” há pouco tempo para tirar a má fama de ser careiro e qualidade não muito das melhores. Caso a refeição não seja de seu agrado, ao menos você terá uma visão privilegiada de Berlim uma vez que o restaurante está em constante rotação, completando uma volta em 30 minutos. Se você levar em conta que no verão o sol se põe por volta das 10 da noite, não deixa de ser um programa bem interessante jantar e ver o pôr-do-sol. Reservas podem ser feitas através do site oficial.

A torre vista através do Prédio dos Professores

A torre vista através do Prédio dos Professores

Site: http://www.tv-turm.de/en/index.php
Endereço: Panoramastr. 1a
Tel: 030 247575-0
Funcionamento: Março à Outubro – 9:00 AM à meia-noite / Novembro à Fevereiro – 10:00 AM à meia-noite
Preço: Adulto – €10,00
Criança (Até 16 anos) – €5,50

Como chegar

Museu da Chácara do Céu

Fachada do Museu da Chácara do Céu

Localização e o Edifício

Museu da Chácara do céu

Localizado no Bairro de Santa Teresa, o Museu da Chácara do Céu é conhecido por este nome desde 1876. Herdada por Castro Maya em 1936, a atual construção, uma casa moderna projetada pelo arquiteto Wladimir Alves de Souza em 1954 tem como destaques além da sua própria beleza arquitetônica, a sua integração com os jardins e a maravilhosa vista de 360 graus sobre a cidade e a baía de Guanabara. De seus jardins é possível avistar todo o centro do Rio, zona norte, além de uma vista privilegiada das enseadas do Flamengo e Botafogo. O lugar por si só já merece uma visita.

De seu espaço interior foram preservados a sala de jantar e a biblioteca. Os outros espaços são reservados para exposições temporárias do acervo.

Biblioteca

Biblioteca

O Acervo

Seu acervo é composto por 3 setores:

Arte Européia: que possui trabalhos de de artistas como Matisse, Modigliani, Degas, Seurat e Miró;

"The Horse" - Matisse

"The Horse" - Matisse

Arte Brasileira: concentrada na produção brasileira moderna, com nomes como Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Antonio Bandeira e Portinari (o maior acervo público deste artista); Coleção Brasiliana: com mapas antigos, pinturas e outras ilustrações da paisagem e dos tipos humanos no Brasil do século XIX, muitas realizadas por artistas viajantes como Rugendas, Chamberlain e Taunay, destacando-se mais de 500 originais de Jean-Baptiste Debret, adquiridos em Paris. Além disso o museu conta com a  Biblioteca Castro Maya, que  possui cerca de oito mil volumes entre livros de arte, literatura brasileira e européia, e também algumas importantes publicações dos primeiros viajantes do século XIX: Maria Graham, Maximilian von Wied-Neuwied, Henry Chamberlain, William Gore Ouseley e Victor Frond. Outro aspecto interessante é que o passeio pelas ruas do bairro de Santa Teresa é uma atração à parte! Informações úteis:

Endereço: Rua Murtinho Nobre, 93 – Santa Teresa – CEP 20241-050

Tel/Fax: (21) 2224 8981 – 2507 1932

Site: www.museuscastromaya.com.br

E-mail: chacara@museuscastromaya.com.br

A entrada do museu custa R$ 2,00, têm direito à gratuidade menores de 12 anos, maiores de 65 anos, grupos escolares, professores e guias turísticos em serviço, membros do ICOM e da Associação dos Amigos do Museu.

Como Chegar.